7.10.10

Motorola processa Apple por violação de múltiplas patentes Leia mais: Motorola processa Apple por violação de múltiplas patentes

From  | MacMagazine


por Rafael Fischmann | 06/10/2010
Lembra do infográfico que publicamos ontem, mostrando quem está processando quem entre as gigantes de mobile? Um designer pegou os mesmos dados e transformou em algo muito mais bonito/organizado:
Gráfico de processos de gigantes em mobile
Pois bem, até então a Motorola não processava ninguém — só se defendia de acusações de Nokia, Research In Motion (RIM) e Microsoft. Hoje, isso mudou: a companhia acabar de anunciar a abertura de um processo gigantesco contra a Apple, acusando-a de violar múltiplas patentes de sua autoria.

Registrada na International Trade Commission (ITC) dos Estados Unidos, a ação da Motorola envolve o iPad, o iPhone, o iPod touch (citado como "iTouch", erroneamente) e até alguns Macs como supostos infratores de suas invenções. A Motorola Mobility também entrou com reclamações de violação de patentes em dois diferentes distritos norte-americanos.
As três ações da Motorola, juntas, compreendem 18 patentes. Entre os serviços da Apple envolvidos no processo, estão o MobileMe e a App Store. As patentes da Motorola também incluem tecnologias de comunicação sem fio, design de antenas e outras funcionalidades/recursos como troca de emails pelo ar, sensores de proximidade, gerenciamento de softwares, serviços baseados em geolocalização e sincronização de múltiplos dispositivos. Quase tudo, digamos assim. :-)
Apesar de não determinar que tipo de ressarcimento monetário vislumbra, a Motorola quer uma "Ordem de Exclusão" que impeça a importação de produtos da Apple citados no processo para os Estados Unidos, bem como proíba as vendas de unidades que já tenham sido importadas. Mais que isso: a fabricante de celulares demanda a interrupção imediata de quaisquer ações de marketing/comunicação que envolvam o iPhone e gadgets relacionados no país.
Isso vai dar é pano pra manga…


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6.10.10

Facebook lets users form groups and download data

do Yahoo! News


PALO ALTO, California (AFP) – Facebook is letting users form cozy cliques as part of a move to give people more control of their information at the world's most popular online social network.
A "Groups" feature that lets Facebook members set up private online havens for clusters of family, co-workers, teammates, or others was unveiled Wednesday at the firm's headquarters in the Californian city of Palo Alto.
Founder Mark Zuckerberg said that the "biggest problem" in online social networking is that people tend to divide their friends into separate circles that they interact with differently, such as co-workers or former school chums.
"Now, people can map out all the real world groups they have in a graph," Zuckerberg said, referring to "Groups."
"If we can do this, we can unlock a huge amount of sharing people want to do that they don't do now because it's too annoying or the privacy," he said.
Groups are shared spaces in which people can communicate with tools including email lists and "group chat that is pretty killer," he added.
"We think that what we have out of the box, version one, blows away everything else," Zuckerberg said, referring to "groups" services offered by Internet stalwarts such as Yahoo! and Google.
Facebook also began rolling out a feature that will let people download all pictures, video, comments and other digital information they have uploaded to the social networking service.
"Download is really so you can have a copy of all your information," Zuckerberg said. "You own your information. You should have control over it. You should be able to do whatever you want with it."
A new "dashboard" feature to be rolled out in the coming days will let Facebook users see and manage what information in their accounts is accessed by third-party applications.
Explaining the new features, Forrester social computing analyst Augie Ray said "the dialogue during the past year that popped up over privacy issues may have caused people in Facebook to get nervous.
"What we are seeing today is a genuine desire to stop those concerns while at the same time really give people better control," Ray said.
The new features are part of a drive to build Facebook into a "social platform" where people share and connect across the gamut of applications used to swap pictures, messages, videos and more online, according to Zuckerberg.
"We think social can be like the PC (personal computer) platform, giving people control of their information in different contexts," he said.
"Groups" was built with the help of Hot Potato, a young New York City Internet firm that Facebook bought in August.
Hot Potato about nine months ago launched a social networking service that lets smartphone users "check-in" to let friends know what they are thinking, watching, playing, attending, listening to, or otherwise doing.
"Groups are about how we are living our lives today," said Hot Potato founder and Facebook Groups leader Justin Shaffer. "We think this is going to change, fundamentally, how you use Facebook today."
People forming Facebook Groups can make them open, closed, or secret.
Membership and content of open groups is public, while the content of closed groups can only be seen by members. Secret groups hide their membership and contents.
Analyst Rob Enderle of Enderle Group in Silicon Valley doubted that features Facebook started rolling out Wednesday would do much to ameliorate concerns about how safe personal data is in the online community.
"They are approaching a trust issue like you would a technology problem and patching the product," Enderle said.
"They are turning people into mini data managers," he continued. "But, if you don't trust Facebook in the first place, why would you believe your Group is a contained area that Facebook won't mine?"

22.9.10

A internet das coisas

A internet das coisas

Por The New York times

Post publicado no:

Já faz anos que o Vale do Silício fala com empolgação num conceito conhecido como Internet das Coisas. O raciocínio determina que praticamente tudo – seja uma camiseta, um brinquedo, uma parede ou um recipiente de leite – terá embutido algum tipo de sensor que transmita informação. As pessoas falam em geladeiras capazes de discernir o que há em seu interior e recomendar receitas ou solicitar a entrega de mais leite quando a embalagem aberta se aproximar do fim. Ou talvez um restaurante seja capaz de obter algum tipo de informação sobre sua equipe de garçons com base no acompanhamento do movimento dos pratos.

Muitas das sugestões e hipóteses soam irreais e acrescentam níveis de complexidade a situações nas quais a ordem atual das coisas funciona perfeitamente bem. Mas os defensores da Internet das Coisas dizem que, nestes primeiros dias de uso da tecnologia, é realmente difícil para nós imaginar as invenções úteis que as pessoas poderão construir com tais sensores.

A fabricante britânica de chips ARM Holdings criou um programa que tem como objetivo incentivar tais inventos recorrendo à imaginação do público. (Escrevi um perfil da ARM Holdings para a edição de segunda feira do New York Times, detalhando seu provável papel de destaque na Internet das Coisas).

Chamada de mbed (uma brincadeira com a palavra 'incorporar'), a iniciativa de pesquisa oferece a engenheiros e amadores um kit microcontrolador – uma espécie de computador básico de baixo consumo de
energia contido num chip – por cerca de US$ 59. Então a ARM torna disponível um conjunto de ferramentas de software para dar vida ao microcontrolador e associá-lo a outros itens interessantes como acelerômetros, giroscópios, câmeras, telas e termômetros.

Simon Ford, pesquisador da ARM encarregado de liderar o projeto mbed, disse que o pacote de hardware e software que ele criou poderia trazer os microcontroladores a um novo público por meio da remoção de alguns
dos empecilhos técnicos associados à programação dos chips. O dispositivo mbed pode ser plugado diretamente na entrada USB de um computador, sendo identificado pelo PC como um flash drive. Os usuários
podem então criar programas ou baixar módulos existentes do site do mbed na internet e botar o aparelho para funcionar em questão de minutos.

"Fiquei intrigado com o fato de as pessoas da indústria dos microcontroladores não serem aquelas que inventarão um uso para este produto", disse Ford. "Se existe um sujeito que entende de microcontroladores e um pecuarista suíno que entende de pecuária suína, é o pecuarista quem vai enxergar uma forma de automatizar a alimentação de seus animais para ganhar algumas horas de sono."

"Quero descobrir uma maneira de incentivar as pessoas a fazerem experimentos. Talvez um mecânico de máquina de lavar descubra uma forma de fazer com que as máquinas o informem sobre seu funcionamento,
revolucionando a indústria das máquinas de lavar para obter uma vantagem sobre a concorrência. A questão é que não sei como os microcontroladores serão usados."

Milhares de pessoas aderiram à proposta mbed, e muitas delas publicaram detalhes de suas experiências no site do projeto. O dono de um bar de Las Vegas, por exemplo, usou a tecnologia para instalar medidores de vazão em seus barris de cerveja para acompanhar quantos litros são consumidos por dia. "A tecnologia só é bacana se solucionar um problema real", disse Ford. "Esperamos que esta seja uma forma de trazer a tecnologia até as mãos de um grande número de pessoas. A tendência faz muito sucesso no Japão, o que é muito interessante."

/ASHLEE VANCE (THE NEW YORK TIMES)




21.9.10

Jørgen was wrong. I made it to a million giraffes!

Ele conseguiu. Agora presta contas.

Hey!

You're getting this email because you gave it to me when you submitted your giraffe for my One Million Giraffes project. And now I'm letting you know that I made it!

It took me 440 days but I can finally tell my friend Jørgen that he was wrong and I am the happiest man alive. It's been an adventure like none other and I really want to thank everyone who helped me out. It's mind-blowing to me that people from 102 countries help me out in making internet history! Thank you!!

The website will live on and you can still submit your giraffe if you want to. And maybe you can even find your giraffe in the brand new One Million Giraffes book! Read all about it here:
http://www.onemilliongiraffes.com/book?m=1

Anyway. Thank you for your time. And your giraffe. If I ever meet you I will give you the hug of your life!

Lots of love from a forever grateful Ola
http://www.onemilliongiraffes.com/

16.7.10

iPhone iOS 4.0.1

Agora são cinco barras que identificam o sinal.
Parece que elas "mexem" mais. Acho que alteraram os patamares de sensibilidade.


5barrasdesinal.PNG